terça-feira, 4 de setembro de 2018

Amigas, viagens e experiências



Texto respondendo todas as perguntas feitas a mim durante a viagem (bate e volta), para o Rio de Janeiro com as minhas amigas. Você viaja demais, tem outros planos? Como você consegue ser casada e viajar só com as amigas? Seu marido deixa? A viagem foi tranquila? Deu briga?

Quem me conhece sabe, não sou do tipo que gasta com roupas sapatos de marca, que tem uma mansão ou um carro que arranca suspiros. Que dá muito valor aos bens matérias. Não! Prefiro gastar meu dinheiro, que é muito suado, com experiências. Gosto de celebrações, comer bem e viajar.

No fim de agosto eu e duas amigas, Flavia e Fabiane passamos três dias na cidade maravilhosa e aproveitamos cada minuto. Esta não é a primeira e nem a última vez que viajo com amigas e sempre foi muito tranquilo.

Decidimos pelo Rio, porque a Fabiane ainda não conhecia e era um dos sonhos dela. Sentamos, planejamos e fomos. Ter a chance de estar ao lado de uma ou mais amigas nessas ocasiões é algo valioso, especial, único, coisa que nos damos conta principalmente quando lembramos das pessoas queridas que fazem parte da nossa vida.

Sim, sou casada. E daí? Sou casada com um homem inteligente, maduro, compreensivo e que me conhece muito bem. Nosso relacionamento foi erguido na base da confiança e da cumplicidade, então ele sempre me apoia nos meus sonhos e eu o apoio nos sonhos dele. Ele ficou em casa com nossos filhos e eu fui bem tranquila e plena. Assim será quando ele tiver que viajar sozinho também.

É preciso que as pessoas entendam que mesmo sendo um casal, cada indivíduo precisa do seu momento. Seja uma boa conversa com os amigos, um futebol quinta à noite, uma tarde com as amigas. Haaa e a traição? Cara, não se pode perder os momentos bons pensando se a pessoa vai ou não te trair. Se isso acontecer será uma pena, mas deixar de viver a vida pensando em coisa ruim é absurdo.

Sobre nossa viagem? Foi maravilhosa. Demos muita risada, fofocamos, dançamos, conhecemos lugares lindos, comemos muito, fizemos nossas comprinhas calmamente, sem ninguém apressando ou de cara feia. Dias de relaxamento total.

Amo viajar com amigas, mas sei que não é todo mundo que tem essa vocação.  Porque apesar de ser uma delícia, é um grande exercício de paciência e de aprendizado. São ritmos, gostos e vontades diferentes. É preciso que todos os passos na viagem atendam a todos.

Claro que existem experiências ruins de viagens entre amigos. Mas será que era uma amizade verdadeira? Será que vocês respeitaram suas companhias de viagem? Sentaram e decidiram juntos o que seria legal para todos?

Acredite, mesmo que viajar com amigas (os) teste os limites da amizade, vocês vão acabar ainda mais próximas do que antes. Vocês vão criar muitas lembranças juntas e, além disso, te dará a certeza de que você tem alguém do seu lado independente das circunstâncias.

Ao menos uma vez na vida, faça uma viagem entre amigos. Você irá se surpreender!

Com carinho, Juh!






quinta-feira, 15 de março de 2018

Somos todos por Marielle Franco

Imagem divulgação



Hoje (15), o Brasil e o mundo noticiaram a morte da mulher negra, mãe, favelada, feminista, de esquerda que foi Marielle Franco, 38 anos, vereadora do PSol, do Rio Janeiro executada brutalmente, no centro do RJ na noite de quarta-feira (14) com 13 tiros.


Marielle desenvolvia projetos  sociais de incentivo as favelas desde 2000, tentando assim, tirar muitos jovens da bandidagem, do tráfico de drogas e de tantas mazelas que assombram o Estado do Rio de Janeiro. 


A socióloga era Contrária à intervenção federal, na política havia criticado dias antes a ação da PM em Acari. Além da vereadora, o motorista Anderson Pedro Gomes, também foi morto no Estácio, na região central do capital fluminense.

A pergunta que fica no ar neste dia é até quando mais e mais pessoas de bem, que buscam mudanças para o RJ, pessoas inocentes, mães e pais de família, crianças, negros, favelados iram morrer no RJ? Até quando o estado viverá a sombra do medo, da insegurança, da falta de respeito com o cidadão e da impunidade? Até quando governantes? Presidente da República? Até quando? 

Que a justiça seja feita! Não só por este caso, mas por tantos outros que fazem com que milhares de famílias sofram diariamente sem respostas.

O que o RJ, o Brasil merece é respeito e bons combatentes para que de uma vez por todas possa acabar com a generalizada violência no Estado. 


"Não dá para compactuar com a violência"  (Marielle Franco)

Por: Flavia Ferrer




quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Grupo da Gina Indelicada, o melhor grupo que existe!

Há algum tempo participo de um grupo de mulheres no Facebook chamado “Gina Indelicada”, o melhor que já participei na vida. Nele várias mulheres (As chamadas palitas) falam sobre experiências vividas, compartilham problemas e como solucioná-los, momentos tristes, momentos alegres. Sempre uma tentando ajudar a outra, nesse grupo administrado pelo Palitão Henrique Lopes, a “Sororidade” é regra importante e um dos jargões mais utilizados é o VNG (Vitória na Guerra). 
No fim de semana passado uma história em particular me emocionou. Uma Palita de Pedro Leopoldo (MG) compartilhou que mesmo passando por dificuldades financeira e pegando grana emprestada, resolveu fazer uma festinha de aniversário para seu palitinho, e com muita tristeza ela lamentou que ninguém tinha ido na comemoração. Contou que o filho estava triste e perguntando quando os convidados iam chegar. Foi de doer o coração.
Mas como na cidade existem palitas maravilhosas, imediatamente algumas pegaram suas crianças e foram cantar parabéns para o filho da Palita Barbara Babi. Uma atitude nobre e que salvou um dia importante para uma criança que não entende nada ainda. Muito orgulho de participar de um grupo assim, cheio de amor ao próximo. Parabéns para o paliteiro todo!

Por Jussara Resende

sábado, 21 de outubro de 2017

Não era só um desodorante vencido


Foto Divulgação
Bullying não é brincadeira. Bullying não é mimimi. Foto: Divulgação

A chacina de Goiânia é um alerta político. Um adolescente de 14 anos, vítima frequente das ofensas de sua turma, roubou a pistola dos pais policiais militares e matou dois colegas e feriu outros quatro dentro do Colégio Goyases na manhã dessa sexta (20/10). Era uma vingança pelas humilhações suportadas em silêncio ao longo do ano letivo. Ele vinha sendo hostilizado de fedorento e chegou a receber até um desodorante como inesperado, pungente e irônico presente.

Não tem como justificar o crime, nem perdoá-lo. Mas é o momento de refletir sobre o quanto subestimamos a violência escolar. O bullying hoje está muito mais agressivo do que duas décadas atrás, pois envolve também perseguição e segregação digital. Os desaforos não terminam na escola, seguem pelo dia adentro na web. O sinal do fim da aula não interrompe o medo.

A tortura psicológica não encontra pausa, com troças infinitas pelos contatos no WhatsApp. O estudante esculhambado não vê para onde fugir, pois a sua página no Facebook também é invadida por comentários ofensivos e insinuações violentas.

Quem diz que bullying sempre existiu e que a preocupação com apelidos é uma frescura não acompanha a trolagem nas redes sociais.

Bullying é saúde mental, é saúde pública. Ao cuidar dele, preventivamente, em campanhas nas escolas, estaremos economizando lá adiante com internações e medicação nos hospitais.

Bullying não é exagero, não é drama, não é piada inofensiva, não é implicância natural.

Quantos adolescentes, sem saída para a angústia, em vez de revidar os ataques, cometem suicídio? E nunca ficamos sabendo. São engolidos pela solidão, levando consigo os segredos malditos e perversos da convivência.

O adolescente é uma bomba-relógio porque sente a vida com o dobro de intensidade dos adultos. Ele ama e odeia ao mesmo tempo, está permanentemente à flor da pele, caminhando do tudo para o nada, do nada para o tudo. Alterna extremos de alegria e de raiva em pouquíssimos minutos.

O corpo está mudando, a voz está mudando, ele não reconhece mais a si e depende da aprovação externa de seus amigos para assumir a identidade. Se não é aceito nos grupos sociais, se não é aprovado, ele se convencerá de que é um monstro, entenderá que crescer é uma metamorfose do mal.

Ele também não tem nenhuma reserva emocional: perdeu a proteção e a segurança da infância. Não caminha mais de mãos dadas com os pais, não recebe colo, não cura as discussões com abraços, não se desculpa com beijo. Não acontecerá o contato da pele para reaver os vínculos. É somente cobrado sem os prêmios do afeto e do conforto de quando era pequeno. No fundo, encontra-se sozinho pela primeira vez no mundo. Pretende se mostrar independente, porém é carente e sedento de reconhecimento.

O adolescente é órfão de suas perguntas e aflições. Tranca o quarto e chaveia o coração.

Ele merece um cuidado especial. Não se abrirá com facilidade. Não comunicará o seu sofrimento. O costume é engolir o pedido de socorro. Talvez tente emplacar uma conversa séria uma única vez, mas, se fracassar, não voltará a tocar no assunto. Mergulhará de novo para a educação fingida e respostas monossilábicas.

O adolescente não dá segunda chance para a confissão. Ou os pais e educadores permanecem atentos aos sinais ou ele irá explodir secretamente contra si ou contra todos.

A recuperação exige a confiança rarefeita do desabafo. Porque a dor, quando guardada, aumenta. Já a dor, quando partilhada, diminui - quem consegue falar descobre que a sua dor não é exclusiva e que muitos sofrem parecido.

Bullying destrói personalidades fortes, desmancha temperamentos firmes. Sua maior maldade é transformar a ferida em alegria, as privações em palhaçadas. As risadas machucam. Apanha-se de risadas. Pessoas se divertem às custas do constrangimento de alguém. De sinônimo do bem, a gargalhada é convertida em veneno.

O que nos resta a fazer é mudar o nosso entendimento de coragem. Coragem não é sofrer sozinho, é pedir ajuda.

Por : Fabricio Carpi Nejar

terça-feira, 30 de maio de 2017

Nós manteremos este amor numa fotografia



Sabe aquelas histórias que parecem novela e que viram filme? Vivi uma assim!
Há quatro anos quando conheci meu esposo, conheci também o melhor amigo dele, o Leandro. Pensem em um menino bacana, de cara já gostei do seu jeito único de ser.  Nessa época ele já lutava contra um câncer, mas em nenhum momento se deixava abater, sempre com sorriso no rosto e muita positividade. Esse cara cheio de fé tornou-se também meu confidente e conselheiro em todas as horas.
De lá para cá os laços de amizade e amor foram só crescendo, ele sempre torcendo pelo nosso relacionamento e eu torcendo para que ele encontrasse uma garota legal que merecesse o amor dele. Quando fiquei grávida já sabia, ele seria um dos padrinhos do nosso Miguel, afinal ele sempre fez questão de ser da nossa família. Um certo dia ele nos falou de uma garota, eu meio preocupada (sempre tenho medo de os meus amigos arrumarem pessoas que os afastem das amizades) fui logo perguntando tudo sobre a eleita.
Deus ouviu minhas preces e colocou na vida dele um anjo chamado Mariana, uma menina que apesar de muito nova sempre demonstrou maturidade e principalmente muito amor pelo meu Leandro. Ao passar dos dias vi o quanto ela o amava e cuidava dele como ninguém, tive a certeza que Deus é perfeito em todas as coisas.
De uns tempos para cá a doença veio se agravando, ele passou a precisar mais de alguém sempre por perto e ela não pensou duas vezes em largar tudo e ficar apena por conta de cuidar dele. Um gesto único e raro nos dias de hoje, um gesto de amor que me fez ficar ainda mais encantada por ela. Ele sempre romântico, cheio de surpresas. Ela sempre meiga e cheia de cuidados com ele. Um amor lindo de se ver e viver ao lado deles.
Sempre que dá estamos juntos, nós quatro. Seja em um jantarzinho, seja para ver um filme ou só para bater papo. Em um desses encontros surgiu a ideia e vontade de nos casarmos no mesmo dia. Começamos a sonhar e planejar o futuro. Um certo dia chegamos na casa deles e veio a notícia. Vamos nos casar no civil, vamos também? Seria perfeito! Eu e meu esposo já planejávamos nosso casamento, então nem pensamos. Fechou, vamos arrumar os documentos.
Marcamos para o dia 26 de abril, sempre quis fazer alguma coisa diferente no dia, mas como foi de última hora não dava. Resolvi contar nossa história em um grupo de mães do Facebook e para minha surpresa o post tomou uma proporção muito grande e ganhamos nossa tão sonhada cerimônia de casamento. Com vestido de noiva e tudo. A ficha demorou para cair.
Conhecemos duas pessoas que mudaram nossa história, Rachel e Marina do projeto Casamento Solidário aqui de Brasília. Duas pessoas que se desdobraram para organizar tudo em sete dias. Recebemos doações de pessoas maravilhosas que não mediram esforços para fazer com que nosso sonho virasse realidade.
Aconteceu e foi tudo perfeito, uma cerimônia linda e emocionante que por muito tempo ficará na memória de quem estava presente. O engraçado é que cada detalhe da decoração, das nossas roupas e de tudo combinou muito com a gente, foi mais lindo do que esperávamos. O William, meu esposo está feliz demais e agradecido por tudo que nos aconteceu. Afinal, casar com a mulher que ama e no mesmo dia que seu melhor amigo se uniu ao seu grande amor foi tudo que ele sonhou.
A Mariana agora é uma mulher casada com o grande amor da sua vida e segue cuidando e amando o Leandro com toda força em seu coração. Tenho um orgulho enorme dessa garota. O Leandro? Ele está bem! Radiante com sua nova vida de casado. Segue sua batalha diária contra a metástase que toma conta de seu corpo. Espera e acredita na cura e mesmo em meio às muitas dores e falta de ar, não desiste. Posso viver cem anos que não conhecerei alguém tão forte como ele.
Eu? Haaa eu só posso agradecer a Deus pela oportunidade de conhecer e conviver com pessoas como o Leandro e a Mariana. Poder viver esse momento mágico de amor e amizade ao lado deles foi um presente dos céus. Perguntaram-me se eu fico triste pela situação: Impossível ficar triste depois de ouvir essa declaração do Leandro:
“Amor, muito obrigado por me escolher. Uma vez me perguntaram se eu tenho medo do câncer, mas do câncer eu não tenho medo, tenho medo é de te perder. Mas eu nunca vou te perder porque meu amor por você é com a alma e o câncer pode levar meu corpo, mas a minha alma é toda sua para sempre”. 
Foram dias de correria, cansaço e noites sem dormir, mas com toda certeza faria tudo novamente. Não tem graça viver sem poder proporcionar a felicidade e demonstrar nosso amor ao próximo.
Lelê! Creio que o câncer pode ser curado, creio em uma vida longa para ti. Talvez meus dias se acabem antes que os seus, mas de uma coisa eu tenho certeza, independente de qualquer coisa e situação nosso amor, nossa amizade e principalmente sua garra ficará para sempre gravado em nossos corações e em uma fotografia.
Juh


terça-feira, 18 de abril de 2017

Cada um já viveu perdas únicas, nossa própria cabana

Após  dez anos do lançamento do livro A Cabana, em que já foram vendidos mais de 18 milhões de exemplares, o filme baseado no best seller, do autor  William P. Young estreou nos cinemas, uma surpresa aos  leitores que mergulharam na leitura da história marcante de um serralheiro. Para os que leram o livro, assim como eu, se deparou com um filme cheio de simbolismo e a busca pela fé. Que no caso em destaque foi abalada no protagonista, Mackenzie Phillips, ou simplesmente Mac como é  conhecido.




Mac é  atormentado após perder a sua filha mais nova,  Missy em um acamapamento de fim de semana com os filhos. Cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana. 

Que é aonde acontece todo o enredo da história, após ser descoberto que a menina, missy  foi mesmo morta ele se sente todos os dias culpado pela morte prematura da filha e o homem cheio de fé e temente a Deus se entrega em uma profunda tristeza e sem ânimo para seguir a vida.

Até que um dia recebe a carta de "Papai", nome apelidado por sua esposa na orações dela com os filhos para chamar Deus. E ele então decidi voltar ao local em que sua filha, Missy foi brutalmente assassinada. Lá ele tem um encontro pessoal com Deus, o Filho e o Espírito Santo, onde percebe que  suas dores, culpas e medos podem vir a serem curados.  

A Cabana mostra ao público que através  da fé é possível transformar uma profunda dor em cura e aceitação, mesmo que para isso tenhamos que sofrer. Sofrer com a falta deste familiar tão importante, amado e o sofrimento de não poder mais conviver com essa pessoa.


Mas o maior ensinamento ao meu ver  que Mac passou foi  saber perdoar o assassino em questão, deixar a dor, o tempo curarem as feridas abertas e perceber que independente de sua religião o Filho de Deus, quer que os cristãos os sigam como amigos e não o sigam apenas por uma religião e sim pelo amor e confiança que os depositam. Este com certeza é  o maior ensinamento que alguém pode receber na vida.

E o filme consegue transpassar tamanha emoção e valiosos aprendizados de fé. Indico a todos que já perderam um familiar à assistir, pois ele mostra que mesmo após a morte de alguém que amamos devemos seguir nossos caminhos, pois se Deus nos deixou nessa terra é porque ainda não cumprimos nossa  missão e  devemos saber lidar com a morte, mesmo que  seja tão doída e  as vezes devastadora. Fácil não é, mas com fé se vence até a morte, basta termos paciência e deixar as feridas serem curadas.

"Deus não precisa castigar as pessoas pelos pecados. O pecado já é o próprio castigo, devora as pessoas por dentro. O objetivo de Deus não é castigar, Sua Alegria é curar".


Flavia Ferrer

terça-feira, 11 de abril de 2017

Cala a boca Emilly!

Foto divulgação
Tiago Leifert: O Marcos está eliminado por indícios de agressão.

Emilly: Porque isso está acontecendo? Chora e sente-se culpada.

Oi? Que mundo é esse Senhor?

Lá pelo meio do programa os acontecimentos já indicavam um merda dessa. Emilly uma garota antipática, que não tem limites, que não respeita o próximo e que conseguiu chamar atenção do público de todas as formas. Marcos um homem que aparentava ser tranquilo, inteligente, mas que desde o início do relacionamento mostrava-se autoritário e fazia da bonequinha o que queria.

Agora mesmo ela sendo irritante e pegajosa, que conseguiu tirar pessoas centradas do sério, não mereceu nenhum tipo de agressão. Se ele não estava dando conta das chatices, que saísse fora e deixasse a guria de lado, mas não... seu instinto machista e covarde agrediu Emilly de todas as formas. As agressões verbais que aconteciam todos os dias, a meu ver foram bem mais sérias do que o encurralamento.

Expulsão mais do que justa, a globo não aguentou a avalanche de críticas vindas do público, sabia que depois de ter sido obrigada a afastar o ator José Mayer por assédio, não poderia abafar um caso de agressão que já vinha desde o início do programa.

Agora a pior parte foi ver a Vivian tentando explicar para a Emilly o que é agressão. Ver uma mulher chorar se sentindo culpada porque foi agredida, vergonha alheia dessa garota. No mesmo instante que ela chorava de dó pela expulsão de seu agressor, milhares de mulheres estavam sendo agredidas e mortas por homens machistas e covardes como o Doc Marcos. E pior... não aparece nenhum Tiago para salva-las.

Emilly x Vivian

Sabe porque Emilly já está intitulada campeã do BBB17?
Porque ela reflete muitos brasileiros: quer ganhar a vida de forma bem fácil. Vive luxando mesmo sem ter condições, acha-se melhor que todo mundo e sonha em andar na aba de algum famoso. Já a Vivian que sempre foi uma boa filha, estudou, corre atrás dos seus objetivos, é inteligente, não faz o tipo da maioria das pessoas do nosso país. 

Que dona Emilly consiga investir mais em si própria, que depois de sair da casa entenda e compreenda o quanto foi humilhada e agredida por um homem que ao mesmo tempo que enfiava o dedo em sua cara, dizia que a amava. Merece é umas boas palmadas do pai (essa agressão é mais que merecida, pois se tivesse levado uns tapas dos pais, não estava por aí apanhado de macho)

No mais, cala a boca Emilly e pare de fazer feiuras porque o amor não machuca!

Juh



terça-feira, 14 de março de 2017

Sonhos existem para serem realizados


A palavra “sonhar” me acompanha desde quando era criança... Muitas vezes era o que tinha para fazer, já que não havia muitos brinquedos ou distrações. Fazer planos sempre foi e é meu momento favorito.  

Quando meu Miguel nasceu comecei a imaginar como seria a festa de celebração do seu primeiro ano. A princípio seria uma festa simples, mas depois de ver meu baby superar tantos momentos difíceis ao nascer, quis que seu primeiro aniversário fosse uma comemoração especial, uma forma de agradecer pelo melhor ano de nossas vidas e pelas vitórias alcançadas.

O Pequeno Príncipe foi o tema escolhido, uma história cativante que contagia crianças e adultos por todo o mundo. O bebê já estava com quatro meses e por algumas dificuldades resolvemos não fazer mais a festa. Uma decisão que só durou uma semana, pois sabia que não conseguiria deixar passar em branco uma data tão especial.

As críticas começaram a aparecer, gente sem perspectivas, sem sonhos e principalmente sem noção falavam o tempo todo: Não vale a pena fazer festa de um ano, ele não vai entender nada! Para quê gastar tanto dinheiro com essa besteira? Ele nem vai lembrar dessa festa! Sinceramente... Nem dei ouvidos e segui em frente com os preparativos, pois de uma coisa eu tenho certeza, precisamos comemorar a vida de todas as formas.

Foram meses de correria, decisões, escolhas e muito trabalho, mas o resultado superou minhas expectativas. Queria que todos os nossos convidados se sentissem em um verdadeiro reinado e por todos os elogios recebidos, acredito que consegui. Foi tão perfeito ver reunido no mesmo lugar pessoas que amo e que amam meu filho. Foi uma incrível troca de sentimentos.

O Miguel é apenas um bebê, mas ele já tem história para contar, para ouvir e não existe nada mais gratificante que isso.  Sou grata a Deus por ter proporcionado a nossa família esse momento especial e por ter colocado pessoas maravilhosas em nossas vidas, pois sem a ajuda dos padrinhos (Fernando, Flavia, Fabiane e Lelê), das tias (Gilmara, Lulu, Gilcimara) e de pessoas como a Ana (com seus doces maravilhosos), esse momento não teria sido tão mágico.

Se você está em dúvida se deve ou não fazer a festinha de 1 ano do seu bebê, não perca tempo pensando, corra e prepare tudo com muito amor, posso garantir que a satisfação é imensa. Teria me arrependido se não tivesse feito.



Você que tem sonhos... não desista na primeira dificuldade, siga firme em busca de seus objetivos sempre colocando Deus na frente de seus desejos, pois como disse Walt Disney, “Os sonhos existem para serem realizados”!

Juh



Assistam o vídeo com os melhores momentos! 





                 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

50 Tons Mais Escuros supera expectativas

Foto: Divulgação

O povo pediu e o diretor James Foley atendeu, Cinquenta Tons Mais Escuros vem bem mais picante e atraente que o primeiro filme da trilogia. A primeira cena em que Christian relembra sofrimentos do passado, de cara mexe com o público. Tanto Ana como Grey estão diferentes, a moça apaixonada que sempre cede, demonstra um amadurecimento e mostra-se bem mais à vontade com os jogos. Já o dominador Christian muda de postura para tentar se recuperar de todos os traumas que o perseguem e principalmente para manter ao seu lado a única mulher que se atreve a desobedecê-lo.

Certeza de que será o melhor filme dos três, porque em Cinquenta Tons Mais escuros os personagens em suas cenas sempre marcadas por sexo, dominação e agora com amor, conseguem despertar no público exatamente os mesmos sentimentos causados na leitura do livro.

Alguns exageros também marcaram o longa, ninguém cai de helicóptero no meio das montanhas pela manhã e à noite entra em casa somente sujo. Oi? Faltou um hospital, um sangue, um ferimento quem sabe. Outra cena que me deixou estarrecida foi em a que a ex-submissa, Leila, tenta matar Ana. Inacreditável que um homem consiga deixar uma mulher naquele estado lastimável, mesmo que esse homem seja o sedutor e bilionário Christian Grey.

Já li algumas críticas e como sempre o povo queria mais sexo, tipo brasileirinhas, mas só quem leu e entendeu 50 tons, sabe que o sadomasoquismo é apenas um ápice de um romance conturbado, onde um homem violentado na infância, tenta se livrar de suas atitudes provenientes de seu passado, encontra em uma garota comum e totalmente independente, a chave para a liberdade.

Eu como sempre, sigo apaixonada pela história de E. L. James e esperando ansiosa por Cinquenta Tons de liberdade!

Juh


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

As delícias de ser madrinha

No ano de 2015 soube pela minha então comadre, Juh e minha parceira deste blog que eu seria madrinha de mais uma criança, sim pois já tenho uma afilhada de seis anos chamada Maryane. 



Na época que soube da notícia da gravidez e do convite para ser madrinha de uma criança fiquei muito feliz, é uma missão muito honrosa por ser a segunda mãe de uma criança que se tornará um adulto e também cheia de surpresas deliciosas pelo caminho, que fazem valer a pena. 

Porém A Juh já havia me convidado para ser madrinha em sua primeira gestação, que infelizmente não pode ser seguida, devido a situação que o feto se encontrava. Ficamos muito tristes, mas aos poucos, e com o passar do tempo entendemos que não era o momento de ganhar um (a) afilhado (a). 



E meses depois, em uma conversa que tivemos falei á ela para se tranquilizar que logo, logo Deus iria providencia uma nova gravidez. E não é que ele providenciou, depois de alguns meses a comadre ficou grávida novamente e descobrimos que ela esperava um menino, o nosso príncipe, Miguel. Nossa! Pense em uma felicidade e em uma espera que só aumentava. Porém como nada é fácil nas nossas vidas sua gestação foi cheia de contra tempos, na verdade do nascimento até os primeiros dias no hospital foram de grandes lutas. 



Mas com a Graça de Deus e a promessa desta criança em nossas vidas, tudo foi se resolvendo e hoje quando acompanho o crescimento do meu afilhado, me emociono e me alegro com cada descoberta sua. Com sua curiosidade pelo mundo, com a esperteza dele, seu sorriso, suas gargalhadas e quando disse a primeira vez a palavra Dinda, foi um momento muito delicioso, como é bom brincar com você, meu amor, estar com você. Um dia eu disse isso á minha comadre e torno a dizer, ops nesse caso a escrever rsrsrs. Meu pai se foi, e no ano seguinte Deus me presenteou com o meu afilhado para trazer mais amor, zelo e cuidado á minha vida. Que naquele momento se encontrava bastante triste. 


Não me vejo um só dia sem os meus afilhados e até quando for possível estarei aqui de braços e coração aberto para ama-los, dar apoio, ensinar, corrigir e aconselhar. 

Meu maior presente é ter vocês em minha vida. Agradeço todos os dias por ter vocês. Me considero uma pessoa cheia de sorte por poder ser a madrinha de crianças tão especiais. Para sempre no coração da dinda babona Miguel e Mary!