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| Foto: Divulgação |
O povo pediu e o diretor James Foley atendeu, Cinquenta Tons Mais Escuros vem
bem mais picante e atraente que o primeiro filme da trilogia. A primeira cena
em que Christian relembra
sofrimentos do passado, de cara mexe com o público. Tanto Ana como Grey estão
diferentes, a moça apaixonada que sempre cede, demonstra um amadurecimento e mostra-se
bem mais à vontade com os jogos. Já o dominador Christian muda de postura
para tentar se recuperar de todos os traumas que o perseguem e principalmente para manter ao seu lado a única mulher que se atreve a desobedecê-lo.
Certeza de que será o melhor filme dos três, porque em Cinquenta Tons
Mais escuros os personagens em suas cenas sempre marcadas por sexo, dominação e
agora com amor, conseguem despertar no público exatamente os mesmos sentimentos causados na leitura do livro.
Alguns exageros também marcaram o longa, ninguém cai de helicóptero no
meio das montanhas pela manhã e à noite entra em casa somente sujo. Oi? Faltou
um hospital, um sangue, um ferimento quem sabe. Outra cena que me deixou
estarrecida foi em a que a ex-submissa, Leila, tenta matar Ana. Inacreditável que
um homem consiga deixar uma mulher naquele estado lastimável, mesmo que esse
homem seja o sedutor e bilionário Christian Grey.
Já li algumas críticas e como sempre o povo queria mais sexo, tipo
brasileirinhas, mas só quem leu e entendeu 50 tons, sabe que o sadomasoquismo é
apenas um ápice de um romance conturbado, onde um homem violentado na infância, tenta se livrar de suas atitudes provenientes de seu passado, encontra em uma
garota comum e totalmente independente, a chave para a liberdade.
Eu como sempre, sigo apaixonada pela história de E. L. James e esperando ansiosa por Cinquenta Tons de liberdade!
Juh
