terça-feira, 31 de março de 2015

Preliminares... hummm!

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Um beijo mais intenso, uma mão que vai além, uma boca que tem sede, um suspiro, um gemido, pequenos gestos que deixam a relação sexual bem mais prazerosa. As chamadas preliminares são caricias que antecedem o sexo, envolvem brincadeiras, intimidade, provocações e deixam o casal a ponto de bala.

No inicio de qualquer relação à atração é intensa, um simples beijo ou um toque já são suficientes para um excitação imensa, mas com o passar do tempo é preciso que o casal se conheça bem e saiba exatamente o que deixa seu parceiro (a) enlouquecido.

Para o homem é mais fácil, só de olhar eles ficam excitados, já as mulheres precisam fisiologicamente de uma estimulação prolongada para chegar a um estado de excitação completa, e as preliminares proporcionam isso. Dar mais tempo para beijos e carícias antes do sexo pode melhorar a experiência também para o homem.
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Sabemos que as rapidinhas são necessárias e maravilhosas, mas nada de ir sempre direto ao ponto, pois a sexualidade não precisa ser resumida ao encontro dos genitais. O antes e o depois é tão importante quanto o durante.

Um elogio, um carinho, uma boa música e iluminação correta já são um bom começo, não esquecendo a espontaneidade, que deve ser de ambas as partes. 

Outra coisa importante é conversar sobre onde quer ser tocado, como gosta e o que espera do sexo, para isso o autoconhecimento é de suma importância, afinal ninguém tem bola de cristal e os toques e caricias preferidas mudam de pessoa para pessoa.  


Algumas dicas para você e seu parceiro aproveitar as preliminares:

1 -Comece beijando a boca do gato (a), desça até o pescoço e suba para a orelha, de repente. Ele (a) vai ficar louco pela próxima surpresa. 

2 - Sussurre sacanagens no ouvido dele (a) e não pare quando estiverem quase chegando ao orgasmo.

3 - Respire de um jeito ofegante dentro da orelha do seu parceiro. É o suficiente para deixá-lo (a) excitado.

4 - Caia (mesmo) de boca! Quando estiver lá embaixo, deixe que o gato (a) sinta sua língua e lábios.

5 - Masturbe-se enquanto faz sexo oral nele. Direitos iguais, né?

6 - Lamba a parte inferior do pênis como se fosse um picolé. Parece coisa de estrela pornô? Sim! Mas é quente!

7 - Beije as costas dela (e) até chegar à base da coluna, cheia de terminações nervosas. Ele vai ficar todo arrepiado!

8 - Beije toda a barriga, até chegar aos pelos pubianos. Tudo que passa por esse caminho é bem hot! 

9 -  Passe a língua pela palma da mão como você gostaria de ser lambida lá embaixo. Ele vai entender. 

Aproveitem.! 

Juh

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Fonte: (mdemulher.abril.com.br)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Envelhecer e ser feliz na nova idade ou envelhecer e ser rabugento? Quem faz a escolha é você!


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Muitos irão chegar a velhice, alguns é claro não chegarão. A lei da vida é clara, iremos nascer, crescer, envelhecer, mas quando essa fase da vida vem chegando a maioria se assusta, não quer nem imaginar o quanto iram ficar enrugados, ranzinzas, cheios de manias e carentes.

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O fato é que uma hora a idade chega e nós devemos ter a consciência de que podemos passar pela velhice de forma saudável, buscando se cuidar mais ao invés apenas de reclamar. Envelhecer pode ser um bom momento para colher os frutos que plantamos durante toda a vida adulta, ou até mesmo ser um alívio por passar pelas inúmeras exigências que a vida nos oferece. Aff uma baita de uma chatice! todas essas regrinhas ditas pela sociedade.

Mas nem todos pensam assim e tem alguns idosos (as) que acabam achando que envelhecer é realmente sinônimo de doença e solidão. O que é um grande engano. Não tem nada pior do que ver um ‘senhorzinho’ ou uma ‘senhorinha’ resmungando de tudo, do dia que não fez sol, do café que não está do seu gosto, da comida, dos familiares e principalmente dá falta de atividades para fazer nessa fase da vida.

Acredito que é na velhice que devemos buscar novas atividades, coisas que ainda não fizemos e que desejamos fazer, pois agora teremos mais tempo para elas e com isso também devemos parar de se preocupar com o que iremos falar. É nessa idade que poder brincar, sorrir, abraças e beijar os netos, poder literalmente falar a verdade, falar besteiras e no fim sempre dar aquela desculpa clássica de que somos velhos e que velho fala besteiras mesmo rsrsrs. Enfim ser livre!

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Alguns filhos e netos acham que quando seus pais entram na velhice devem se livrar deles e acabam colocando-os em asilos e casas de repouso, na minha opinião, acho essa atitude uma afronta, pois afinal foram eles que te cuidaram, educaram, deram de comer, ficaram diversas noites acordados olhando por você quando você adoecia e agora você lava as mãos e os deixa aos cuidados de terceiros que muitas vezes não tem o mesmo carinho e amor com eles.

A realidade é que temos uma crescente população de idosos em nosso país e a tendência é só aumentar, para isso devemos avaliar nossas atitudes quanto aos idosos e também começar a pensar em nossa velhice em como queremos aproveita-la, sem depender dos outros, sermos ativos e não somente um estorvo na vida dos que amamos.

Envelhecer pode e deve ser sinônimo de sabedoria, amadurecimento e experiência valiosas para os jovens e os que o cercam. Eu tenho os meus velhinhos do coração, e você, também tem?
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“Uma mente forte é aquela que amadurece sem a preocupação do envelhecimento do corpo”. (Jader Amadi)


Flavia Ferrer

terça-feira, 24 de março de 2015

Virgem, ser ou não ser?

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Conversando com colegas do trabalho sobre relacionamentos surgiu um assunto que ainda hoje é cercado de tabus, “Virgindade”. Antigamente, se tratando do sexo feminino, quanto mais tempo a mulher continuava virgem, mais interessante ela ficava. Já no caso dos homens, se demorassem a perder a virgindade, seria motivo de piada para os amigos. É hoje, como anda essa situação?

Apesar da onda de liberalismo sexual que vivemos essa realidade não mudou muito. A média de idade da iniciação sexual é de 13/14 anos para os meninos e 15/16 para as meninas, mas enquanto para os homens a “sociedade” cobra a virilidade, as meninas sofrem pressão para manter o status de virgem, ou seja, ainda hoje a virgindade é uma problemática.

Então... acredito que o tempo certo para iniciar a vida sexual é relativo. Fico triste ao ver meninas que acabaram de entrar na adolescência carregando um bebê no colo, mas também me assusto ao ver mulheres de 25, 30 anos que querem casar virgem (perdendo tempo, tadinhas), porém respeito à opção de cada uma.

O que realmente me chama atenção no assunto é a importância que as pessoas dão a existência ou não do hímen. Vejo os pais fazendo lavagem cerebral em suas filhas para que elas se mantenham virgens e esquecem que mais importante que isso é ensinar os jovens como evitar uma gravidez indesejada e como as doenças sexualmente transmissíveis podem mudar suas vidas.  
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É totalmente possível ter uma iniciação sexual prazerosa, tranquila e consciente, por isso meninos e meninas lembrem-se, vocês tem o poder de escolha. Não esqueça que para tudo há um tempo certo, respeite seu corpo e seu momento, você tem o direito de querer ou não e seu parceiro (a) precisa entender isso. Procure um médico especialista, ele irá tirar todas as suas dúvidas e ensinar como se preservar.

É importante se conhecer bem antes de se entregar e não vá sentir culpa, a sexualidade saudável faz parte do desenvolvimento humano.

Seja você mesmo escritor de sua história!

Juh




sábado, 21 de março de 2015

É melhor viver sem diferenças! 21 de março Dia Internacional da Síndrome de Down


Família Reunida

Neste dia 21 de março comemoramos o Dia Internacional da Síndrome de Down, e o Vivendo e..Experiências! não poderia deixar de lembrar desses guerreiros que enfrentam diariamente o preconceito de nossa sociedade e que aprendem a lidar com diversas dificuldades ao longo da  sua vida.  

É com carinho que apresento-lhes aqui em nosso blog a história de vida de meu primo Matheus Dias Carvalho, de 11 anos, que veio ao mundo para alegrar a minha prima Talita Ferreira Dias Carvalho e do seu esposo Mario Dioni Carvalho, além de todos nós da família que temos um amor enorme pelo Matheus.

Matheus Dias Carvalho


Em 2004, minha prima Talita descobriu que estava grávida de seu primeiro filho e como toda futura mãe fez planos para nova família que iria construir, junto ao seu esposo. Teve uma gestação tranquila e no dia do parto foi informada pelos médicos que seu filho era down. " Fiquei sabendo quando ele nasceu, ainda estava sobe anestesia, quando o medico me falou que o Matheus tinha síndrome de down, depois que passou o efeito da anestesia foi como se o meu chão desabasse. No início  eu não aceitava,  até cheguei a questionar Deus, mas uma parte de mim já o amava muito", declarou.

Talita e seu filho Matheus
Após o parto Talita foi para casa com o seu bebê, e ainda teve que ficar por três meses em casa pelo fato de que toda vez que saia na rua as pessoas os olhava com um certo receio, "foi difícil no começo, pois todos olhavam com preconceito para ele  e eu pensava como seria na  escola. Tive que correr atrás de médicos para fazer o acompanhamento,  uma escola especial em que eu e o pai dele temos que acompanhar sempre o aprendizado do Matheus, mas ele é muito inteligente e isso é muito bom para sua aprendizagem. Conversas com outras mães me deixava mais calma, ouvir histórias delas me ajudou bastante no começo".

A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, e está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.
Com o passar dos anos os pais de Matheus aprenderam a lidar com o filho e os trata como uma criança normal. "Ele veio pra mudar a minha vida, e do meu esposo a de todos nós. Ele o irmão se dão muito bem, claro que as vezes brigam, como qualquer irmão. Mas o Matheus é muito amoroso com todos que convivem com ele.






Corro atrás do melhor pra ele, impondo limites em algumas situações, para que o meu filho entenda que nem sempre tudo é do jeito que ele quer", declarou.
O pai Mario Dione Carvalho e seus filhos pedro (a esquerda) e Matheus  (a direita)
   
O Dia Internacional da Síndrome de Down já era lembrado em diversos países, mas há alguns anos passou a fazer parte do calendário oficial de 193 países membros das Nações Unidas – ONU.

A data foi escolhida pela Associação Internacional, Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem.

Viva as diferenças!

Flavia Ferrer




Os irmãos Matheus e Pedro


quarta-feira, 18 de março de 2015

Sexo entre amigos, é possível?


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A amizade entre homens e mulheres pode começar na faculdade, no trabalho, no ensino médio, e perdurar por anos. Amizade ingênua mesmo, sem segundas ou terceiras intenções, amizades que compartilham segredos, desabafam sobre novos e velhos amores, contam detalhadamente sobre a pegação da noite anterior (por que o sexo foi ruim – ou bom). Até que um dia, a atração fala mais alto, nesse momento vocês se agarram loucamente e terminam a noite juntos. E agora? Dá para continuar com a mesma amizade ou estragou tudo?


Idealizadora da pesquisa, Heidi Reeder.
Segundo uma cientista dos EUA é possível ter relações sexuais com um (a) amigo (a) e é  até recomendado. A pesquisadora Heidi Reeder, da Universidade Estadual de Boise, nos Estados Unidos, perguntou a 300 pessoas, entre homens e mulheres, se já haviam feito sexo com amigo. Entre eles, 20% disseram que sim. E a maioria (76%) contou que a amizade melhorou depois do sexo – muitos deles até começaram a namorar depois. Os outros 24% devem ter sofrido de amor não correspondido.

Diversos filmes já protagonizaram essa situação, entre eles: Sexo entre amigos, filme britânico de 1999, Sexo sem compromisso, de 2011 e Amizade colorida, de 2011. Um fato é que essa situação não se restringe apenas a enredos de filmes e pode vir, sim acontecer na vida real. Mas se acaso isso se torne um episódio de vida, tente estipular algumas regras e limites para não perder a amizade daquela pessoa.

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Veja algumas regras:

Não se apaixonar

Esta é uma das principais regras de convivência do sexo entre amigos e deve ser considerada como o alicerce se você quiser ter este tipo de relacionamento. O envolvimento amoroso é quase inevitável depois de um tempo, então, você precisa conhecer os seus limites para evitar sair desta história com o coração partido, caso não seja correspondido.

Tenha maturidade emocional

Entenda bem o tipo de relação no qual está entrando. Se você nunca teve uma experiência de sexo entre amigos e não conhece quais são as regras de convivência, você precisa saber que isso não é uma relação convencional e não tem as mesmas características. Pode não haver uma mensagem amorosa no dia seguinte, e principalmente fidelidade.
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Não fique em contato o tempo todo

Não tente descobrir mais sobre a vida pessoal, ou até mesmo saber onde está, com quem esteve ou o que o amigo irá fazer. Procure ter o mesmo contato que você tem com outros amigos, e defina este limite como padrão.

Tenha discrição sobre o assunto

Se vocês dois fazem parte de uma grande turma de amigos, o mais importante é ser discreto. Você não precisa falar abertamente sobre o assunto com todo mundo, já que o seu amigo ou amiga pode não querer detalhes de sua vida revelados a todos. Procure manter isso apenas para vocês dois, para que o sexo entre amigos seja algo que realmente dê certo.

Não espere uma próxima etapa

Quando conhecemos uma pessoa, logo esperamos pelo primeiro encontro, o primeiro beijo, o sexo, o namoro e assim por diante. Tenha em mente é que neste tipo de relação não tem próximo passo. Salvo alguns casos, o seu amigo não vai lhe pedir em namoro e você não deve esperar por isso. Não alimente suas ilusões.

Em alguns casos uma amizade colorida, como essa pode sim virar um lindo romance e  em comum acordo os dois passem a assumir o envolvimento e a partir dessa atração tenham um relacionamento sério. Que pode durar por um longo período. Já que são amigos, tem intimidade e descobriram depois de uma atração um amor que estava apenas adormecido e acordou os corações dos dois.

E você, o que acha? Mesmo se não rolar um namoro, dá pra levar a amizade e ainda manter o sexo?

Flavia Ferrer



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segunda-feira, 16 de março de 2015

Amor em dose dupla

Angelo e André com os filhos, Jonathan e Valentina. Foto: André Giorgi
No último dia 9 de março, o adolescente Peterson Ricardo de Oliveira, 14 anos perdeu a vida depois de ser espancado na frente da escola onde estudava. O motivo? Segundo investigações é porque Peterson era filho de um casal de homossexuais. Essa barbaridade mexeu muito comigo, queria entender a justificativa dos agressores.

Eu não consigo ver nada demais em dois homens ou duas mulheres que vivem um relacionamento querer ter uma família, ter um filho. A desculpa dos conservadores em criminalizar essa atitude é que uma criança só pode ter sua personalidade se for criada por um homem e uma mulher, e que ser filho de dois homens, por exemplo, pode fazer com que ela tenha problemas na escola, com os amigos, com a sociedade.

No congresso Nacional a bancada evangélica vem lutando por um projeto que proíbe a adoção de crianças para casais gays, para eles a família só pode ser definida pela união entre homem e mulher. Oi?

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Acredito fielmente que família tem muito mais a ver com amor do que com o sexo dos chefes familiares. Uma criança precisa mesmo é ser amada, educada corretamente, necessita muito é ser feliz, assim ela viverá cada etapa de sua vida da melhor forma possível. Quem disse que ser criada por heterossexuais garante tudo isso? Muito ao contrario, o que mais vemos acontecer é crianças espancadas, exploradas e injustiçadas por seus próprios pais biológicos.

Sim, é um assunto que deve ser tratado caso a caso, mas que merece ser visto com normalidade.

Conheço muitas mães que criam seus filhos sozinhas e conseguem com muito esforço e amor formar um cidadão de bem, do mesmo jeito muitos pais educam seus filhos sem uma companheira e tem sucesso nessa tarefa. Imagine uma criança com duas mães? Ou dois pais? Se ela tiver todas as explicações necessárias dentro de casa, conseguirá responder (se quiser, porque não é obrigada) a todos os questionamentos que irão surgir em sua caminhada.

Vivemos em um mundo cheio de ódio e guerras e esses casos de casais homossexuais que assumem as dificuldades de ter um filho, seja por inseminação, reprodução assistida, barriga solidária, adotado entre outras, enche meu coração de alegria. Vocês são pessoas abençoadas, porque além de ter que enfrentar a maldita sociedade homofóbica, assumiram as responsabilidades de amar, educar e formar um cidadão do bem.

Sobre os homofóbicos e os contras... amem mais e odeiem menos, atitudes como essas não mudam nada sua vida.


Juh

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terça-feira, 10 de março de 2015

Amor eterno amor

Sempre acreditei que para dar certos os acontecimentos na vida precisavam seguir uma ordem. Em um relacionamento por exemplo, as pessoas precisam se conhecer bem, depois vem um namoro, um noivado e um casamento. CLARO QUE NÃO... pode até ser que na maioria das vezes seja assim, mas isso não é e nem deve ser uma regra.  Estou vivendo a prova disso.

Conheci o William em meados de 2014, temos um amigo em comum e ele me adicionou em uma rede social. Começamos a conversar e daí uma amizade começava a surgir. Foi tudo muito rápido, logo estávamos namorando e em seis meses decidimos morar juntos. Um susto para a sociedade ditadora de regras. Um estardalhaço então começou, primeiro por nossa diferença de idade, sou sete anos mais velha que ele, as pessoas acreditavam que não daria certo, pois por ele ser muito novo queria mais era curtir a vida. Achavam também que eu era muita coisa para ele, por já ter uma vida acertada, uma profissão, os sonhos encaminhados.

Poucos pararam para pensar nos sentimentos. Estávamos os dois saindo de relacionamentos difíceis e só queríamos voltar a ser felizes.  É claro, que no inicio até eu me assustei com a velocidade com que as coisas aconteciam, mas não quis nem saber, ele me fazia bem e isso era o que importava.  Estamos juntos há um ano e cinco meses e o que posso dizer é que arriscar foi a melhor coisa que fiz, acreditar que o que importa é ser feliz, essa foi minha melhor escolha.

Ele é tudo o que eu precisava, despertou em mim sonhos que andavam adormecidos. Ele não é só meu amor, ele é meu amigo, meu companheiro e cuida de mim como nunca ninguém cuidou. Quando estou feliz a felicidade dele é clara, nos momentos difíceis, suas atitudes me mostram o tamanho do seu amor por mim. Sim, as atitudes, porque palavras são apenas palavras, mas as atitudes, aaahh essas sim são a maior demonstração dos sentimentos.

Nossos dias são leves, cheio de sorrisos e carinho. Ele me irrita o tempo todo, mas basta ficar algumas horas separados e a saudade começa a perturbar. É claro, que nosso relacionamento não é perfeito, brigamos, discutimos, temos ciúmes, pensamos diferentes, mas nos respeitamos e isso supera tudo.

Recentemente passamos por um momento que me fez ter a certeza que ele é o homem da minha vida. Uma perda que nos machucou, mas ao invés de ficar decepcionado e triste, ele colocou seu sorriso único no rosto e cuidou de mim, me fez sorrir mesmo com o coração partido, não me deixou sozinha e sofreu com minhas dores.  Sei que logo, logo estaremos chorando juntos, mas de emoção pela multiplicação do nosso amor. Sou grata a Deus por me fazer entender porque nunca tinha dado certo com ninguém antes.

Ei William! Dormir sem ser em seus braços? Não consigo. Pensar em um futuro sem ti? Não dá, meus sonhos agora são nossos sonhos. Quanto tempo vai durar? Não tenho a mínima ideia, estamos vivendo esse sentimento dia a dia, e estaremos juntos até quando Deus permitir.


 Te amo vida minha!

Juh









quarta-feira, 4 de março de 2015

Por um mundo com mais Matheus

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Segunda - Feira (02/03/2015) chego no trabalho e abro um site de notícias para saber o que estava rolando no mundo. Como sempre, notícias de crimes, acidentes e tragédias causadas pela natureza são os grandes destaques, mas uma matéria me chamou a atenção.  O título dizia: “Recusado pelo Prouni, aluno estuda sozinho e passa em medicina na USP”.

A matéria contava a história do estudante Matheus Alpaccino Vale de Castro, de 21 anos que teve uma bolsa de estudos do Prouni (Programa Universidade para Todos) negada pelo governo e resolveu estudar sozinho em casa para tentar vaga em uma faculdade pública. O jovem chegou a estudar cerca de 15 horas por dia durante seis meses.

Todo esse esforço foi recompensado, Matheus cursará medicina na USP (Universidade de São Paulo), umas das mais concorridas do país. O estudante sempre estudou em escola pública e vive com a mãe, deficiente auditiva, os tios e um primo de 7 anos em bairro de classe média-baixa do distrito de Vicente de Carvalho,  em São Paulo.

Já sei, é só mais um caso de superação, mas essas histórias de pessoas que não desistem de seus sonhos e se doam inteiramente a realiza-los me deixa tão feliz, me faz ter mais certeza de que nada é impossível.  Como queria que esse caso se transformasse em vários casos. Sei que não é nada fácil ingressar em uma universidade pública e sei de todas as dificuldades que os estudantes sem recursos passam para se formar, mas hoje em dia os jovens andam meio que descrentes e até sem vontade de lutar por seus objetivos.

Esse exemplo serve para todos os que sonham em fazer um curso superior e desistem na primeira dificuldade.  Vocês receberão muitos nãos que farão com que seus sonhos comecem a desaparecer, mas sejam fortes e procurem uma saída, acreditem em vocês e saiba que a recompensa por se esforçar para estudar, um dia chega e aí... aí você entenderá que pode ser e ter tudo aquilo que desejar.!

Por um mundo com mais Matheus

Juh


segunda-feira, 2 de março de 2015

O poder das suas decisões

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É engraçado como o tempo passa rápido e com isso, a fase mais gostosa da vida também vai embora, eu me refiro a nossa infância época boa, em que só temos que nos preocupar em brincar, pintar e aprender o alfabeto, essas atividades que toda criança aprende no inicio da vida.

Mas o tempo voa a infância fica para trás, e ao crescermos nos deparamos com a vida adulta e com ela vêm as difíceis tomadas de decisões. Precisamos tomar decisão em tudo, ao escolher um curso para ingressar na faculdade, ao iniciar um namoro, casar, ter filhos e até mesmo ao fazermos uma dívida para negociar uma casa ou/e um carro, tudo parte de uma decisão, além das decisões profissionais que sempre irão surgir ao longo da sua carreira.

Essa última ao meu ver é uma das mais delicadas e sempre é preciso pensar com cuidado para decidir de forma correta para não vir a se arrepender. Claro que, no seu atual emprego você provavelmente já sabe realizar todas as tarefas, desenvolve tudo com tranquilidade e tira de letra, já tem um certo contato com seus colegas de emprego e se senti bem no local de trabalho (isso tem que ser uma constante, não adianta também estar em um emprego e não se senti bem , se isso acontece com você é melhor descobri aonde se adapta melhor e buscar novas experiências em outros setores), mas às vezes a proposta de um novo emprego possa ser melhor e com isso novos conhecimentos podem ser usufruídos, se for o caso é bom ariscar, pois a mesma oportunidade não bate em sua porta duas vezes.

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Antes de ingressar no futuro emprego é importantíssimo ser sincero (a) com seu (sua) atual chefe, pois no passado ele (a) abriu as portas de sua empresa para você e não é justo ser ingrato (a) e sair meio que fugido (a) do seu atual emprego. Seja sincero (a) e fale a verdade, explique o por que esta deixando a empresa e cumpra seus deveres antes de deixar para trás o local que te acolheu. Pode acontecer do seu chefe não gostar da ideia de sua demissão, mas ele terá que aceitar, pois felizmente ou infelizmente o mercado de trabalho é bem rotativo e pessoas boas no que fazem realmente é cada vez mais escassa e você pode fazer falta para ele (a), mas você também deve pensar em você, em suas necessidades e não somente nas da empresa.

No mais, decida e tente desempenhar seu cargo da melhor maneira possível no seu novo emprego e não venha se remoer pelo fim do antigo trabalho. Pessoas vem e vão essa é a lei da vida tanto profissionalmente, como na vida pessoal.

Aproveite as oportunidades da vida!



Flavia Ferrer