terça-feira, 23 de setembro de 2014

Meu filho quer saber sobre sexo? E agora?

Não adianta fugir, mais cedo ou mais tarde seu filho começará a fazer perguntas sobre sexo. Por ter facilidade em falar sobre o assunto eu acreditava que quando chegasse o momento, seria apenas uma questão de começar a falar, que seria muito fácil, mas é mais complicado do que parece. O interesse pelo tema tem aparecido cada vez mais cedo e se você ainda não falou com seu filho sobre o assunto, saiba que a sociedade já e, de uma forma muitas vezes errada ou que ele não conseguiu entender.
Então, nada de usar a desculpa “esse assunto não te interessa” ou "isso é coisa de adulto”.  Com o Gustavo (meu filho amado) eu falo sempre de maneira simples e descontraída e não falo tudo de uma vez, pois acredito que seja importante ele voltar a falar no assunto em outra ocasião, aumentando a intimidade e afetividade entre nós. Quero ser a primeira pessoa que ele procure quando tiver uma dúvida ou até um problema relacionados ao sexo.

Falo abertamente com ele o lado bom do sexo e nunca deixo de fora questões como doenças sexualmente transmissíveis, preservativos, gravidez indesejada, abuso sexual, métodos contraceptivos e enfatizo que ninguém tem o direito de obrigá-lo a fazer o que não queira.

A psicóloga Marluce Nascimento explica que o ideal é falar de sexo à medida que a curiosidade da criança aparece. “O mais importante nesse momento e manter-se firme e nunca mentir ou inventar. As respostas devem ser de acordo com a idade e os pais não devem responder mais do que seu filho perguntar” afirma Marluce.

Em uma época que tudo vira moda, é importante deixar claro que tudo tem a hora certa para acontecer e que a influência de amigos é pura besteira. Então, vamos lá e perca a vergonha, não se preocupe, esclarecendo as duvidas de seus filhos você não estará estimulando precocemente a sexualidade deles, mas sim educando-o para uma vida sexual saudável e com mais responsabilidade.

Jussara Resende










quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Short curto ou Burca? Santa ou Devassa? Eis a questão!



Foto divulgação
Em pleno século XXI as mulheres ainda são separadas por preconceitos e principalmente pelos padrões sociais. Julgar é um ato arcaico que permanece firme nos dias de hoje e pelo que parece irá durar eternamente.  Hoje meu exemplo são as mulheres, que ao “meu ver” sofrem mais com os apontamentos por causa da forma de se vestir.
 Alguém me mostre, por favor, onde está escrito que roupa curta é coisa de mulher sem valor? Porque é assim que uma parte da sociedade hipócrita trata as mulheres que não gostam muito de pano. Desde quando roupa, sapato, bolsa ou maquiagem define caráter?
Concordo plenamente que as pessoas devam se vestir de acordo com a ocasião, mas não é porque fulana gosta de um vestido mais justo ou um decote mais generoso par ir ao trabalho que ela é diferente ou pior do que a que usa terninho.  Tudo é questão de gosto e é necessário que as pessoas sintam-se bem e principalmente confortáveis.  Fico irritadíssima porque o preconceito vem das próprias mulheres, mulheres que não têm coragem e preferem seguir os padrões sociais, mas são essas mulheres que mais têm desvio de caráter e comportamento. Essas são piores que as ditas “piriguetes”. 
Eu me visto de acordo com a ocasião, mas nunca deixo faltar uma pontinha de sensualidade. Por várias vezes fui julgada pela forma de me vestir, porém eu dou as costas como resposta e se tiver de short curto o recalque explode.  Chique é ser honesto, o resto e inversão de valores!
 Obs: Os homens vivem dizendo que  mulher que se mostra demais é uma mulher vulgar, é feio... Deixa eu te contar uma coisa, eles acham tão feio que quando estão juntos e passa uma mulher com roupa curta ele dá um jeito de olhar, te abraça, te beija de olho aberto, olha descaradamente e se não olha, te garanto que em pensamento ele deve estar tendo um infarto do miocárdio!

Jussara Resende

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Igor Lima faz lançamento de carreira Solo

O jovem que já fez partes de grupos como Inevitável e Sou Samba aposta em sua carreira solo, que será lançada no próximo dia 13


Igor Lima que é a atual revelação do Pagode Brasiliense lançará sua carreira solo, sábado (13), a partir das 17 horas na casa de evento Santa Teresa, em Taguatinga Sul.

Cheio de novidades e com uma proposta diferenciada em seu show, o cantor vem se destacando cada vez mais na cidade entre os grandes artistas do ramo.

Igor faz interpretações de clássicos do pagode como Péricles, SPC, Os Travessos,entre outros. Além disso, Igor Lima é compositor e instrumentista, tendo domínio no cavaquinho, violão e banjo.

O jovem brasiliense, há sete anos estreita sua relação com a música e é extremamente hábil intérprete, fazendo com que seu estilo se torne único e inovador. Pesquisador de música, admirador de gêneros variados, tem no pagode sua paixão maior.

O cantor é o vencedor do concurso de melhor intérprete no colégio La Salle/ IESB, que ocorreu em 2009, quando tinha apenas 15 anos. Hoje, aos 21 tem um vasto currículo entre as casas de eventos mais concorridas de Brasília.

Igor já fez apresentações em eventos de porte nacional como “Samba Brasília” e “Festa do Morango“ que ocorrem anualmente na cidade e abrange um público vasto. Dividiu palco com artistas do cenário brasileiro como Ah! Mr Dan, Banda Eva e Chrigor.

Para o show de estreia estará acompanhado da banda que é composta pelos músicos Nailton Mendes (Bateria), Cassio Araújo (Baixo), Sergio Rocha (Pandeiro), Danilo Rodrigues (Backing Vocal), Ardson Santos (Violão), Rafael Soares (Cavaco) e Junior Dias  (Tantan/Surdo).

Serviço
Local: Santa Teresa (Taguatinga Sul)
Horário: a partir das 17h
Valores: Masculino – R$40

Feminino – R$10

Para maiores informações: (061) 8434-5203



terça-feira, 9 de setembro de 2014

Campeonato Brasiliense de Vela Adaptada

Nos dias 13 e 20 de setembro, será realizado o Campeonato Brasiliense de Vela Adaptada, no clube Cota Mil em Brasília, às 8h30. A disputa, organizada pela Federação Brasiliense de Vela Adaptada (FBVA) e com o apoio da Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA), acontece em duas etapas e terá um total de 12 competidores. Os vencedores, masculino e feminino, receberão como o incentivo de duas bolsas atletas.
De acordo com o coordenador técnico da FBVA, Bruno Pohl, a iniciativa vai estimular os atletas a terem melhor rendimento e de buscar novos desafios. “Mais do que conquistar medalhas, é fazer com que os nossos atletas superem desafios. Nossa meta com a vela adaptada, modalidade voltada para pessoas com deficiência, é que elas possam praticar um esporte que contribui para melhor qualidade de vida”.

O coordenador explica a importância da ação. “Estamos buscamos ampliar a divulgação da modalidade que cresce cada vez mais, e queremos promover uma conscientização e novo olhar da sociedade em relação às pessoas com deficiência, pois elas podem se superar a cada dia”, afirma.

Fôlego para as pessoas com deficiência

O Núcleo de Vela Adaptada é voltado para pessoas com deficiência e oferece aulas teóricas e práticas, de terça a sábado, no período matutino. Começou em 2009, pela Federação Brasiliense de Vela Adaptada, vinculada a Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA) e filiada ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e no ano de 2012, foi efetivada uma parceria com o clube Cota Mil e também com diversos voluntários que ajudam a manter o projeto. Em 2013, o núcleo ganhou o apoio de oito barcos, pela Agência Australiana para Desenvolvimento Internacional (Australian Agency for International Development – AUSAID), por intermédio da Embaixada da Austrália.

Bruno comenta que com a nova parceria firmada com a agência australiana, possibilitou o projeto ter dez barcos adaptados e dez barcos convencionais, e consequentemente, a demanda aumentou. Segundo ele, o núcleo vai ampliar novas turmas para período vespertino. Hoje, o projeto já possui lista de espera, que para os coordenadores estão incluídas nas metas estipuladas.

Os atletas são indicados pelo Hospital Sarah Kubitschek, pelo Cetefe ou pela Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil com deficiência. “É motivo de muita alegria, pois grande maioria de nossos alunos têm limitações, podendo ter o diagnóstico de doença rara ou neuromuscular, ou que tiveram algum acidente que causa paraplegia. Eles encontram no esporte uma oportunidade de recomeço”, explica Bruno.
O clube Cota Mil fica localizado no Trecho 2 - Conjunto 26/27 - Lote 2 - SCES Trecho 2 - Lago Sul, Brasília.