quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Amamentar? Porque não?

Foto divulgação
Essa semana a polêmica da vez é sobre a amamentação. Uma mulher resolveu chamar de pobre, mulheres que escolheram amamentar seus filhos. Então aí vai minha opinião!

Para mim essa criatura que disse que amamentar é coisa de pobre fazendo pobrice não passa de uma sem noção querendo chamar atenção, conheço muita gente que não consegue marcar presença por seu jeito de ser e faz coisas mirabolantes para aparecer.

Amamentar é um momento tão único que envolve tanto amor, sinceramente não consigo entender como ela consegue comparar tal ato com o de comprar leite NAN. Gente, quando tive meu primeiro filho precisei ficar alguns dias na UTI, além de ter que tomar medicações, por esse motivo não consegui amamentar meu Gustavo por mais de três meses, o leite foi secando e tive que introduzir os tais leites caros citados pela criatura.

Foi muito ruim, pois sabia que o leite materno iria protegê-lo de muitas coisas. A amamentação não é uma fase só de coisas boas, no inicio muitas mulheres sentem dores pelos ferimentos nos seios, mas depois que esses primeiros dias passam, esse momento passa a ser o melhor da relação entre mãe e bebê.

Algumas mães levam a amamentação por muito tempo, dois anos, três e até mais, acredito que se a criança come de tudo e ainda quer leite do peito tudo bem. O que não pode é ter criança acima de 6 meses que só mama no peito, pois depois desse período só o leite materno não supri todas as necessidades de alimentação da criança.

Sobre amamentar em público... Cada uma faz do jeito que se sentir melhor, se não se importa de dar o peito na frente dos outros, tudo bem. Se prefere cobrir com uma fralda, tudo bem também. Ainda existem aquelas que preferem privacidade na hora de alimentar seu bebê. Isso vai de cada uma e elas que decidem como querem fazer.

Agora se você não gosta de amamentar e prefere dar mamadeira é um direito seu, só não venha ofender ou chamar de pobre 80% da mulheres que são mães.Amamentar não está ligado à classe social, mas sim a capacidade de amar, de cuidar e de respeitar o bebê.

Juh


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