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| Foto divulgação |
Sempre quis
ser jornalista porque achava que seria uma boa maneira de contar histórias, levar
conhecimento onde não existe e formar opiniões nas pessoas. Sempre quis de
alguma forma interferir na sociedade e colaborar para a mudança no âmbito das
políticas públicas.
A rotina de um
jornalista é conturbada e cheia de imprevistos, a remuneração é uma afronta, o
mercado está saturado, tornando-se muito competitivo, mas não me arrependo nem um
milímetro sobre a minha escolha.
As emoções de
conhecer pessoas, histórias (às vezes tristes e que te tocam de alguma forma)
faz com que superemos os pontos negativos da profissão. Acredito fielmente que
a profissão de jornalista é uma das mais incríveis do mercado e que o
profissional é um personagem importante para a sociedade, pois divulga e
critica fatos que interessam a todos.
Não é tão
fácil assim ser jornalista, para que a noticia chegue aos meios de comunicação
esses profissionais muitas das vezes passam por perigos. Segundo a Federação
Internacional de Jornalistas (FIP) só em 2014, cerca de 118 jornalistas
morreram em serviço em todo o mundo, um número assustador que pede a criação imediata de leis rígidas para
a proteção desses profissionais.
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Santiago
Andrade, Pedro Palmas e José Lacerda, jornalistas brasileiros mortos em 2014
(Foto G1)
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Apesar de
pontos negativos eu não consigo me ver fazendo outra coisa. Não existe profissão
onde você precise estudar interagir, conhecer assuntos diferentes daqueles que
você se dedicou no mês anterior. Nenhuma que nos obrigue a viajar por países e
pela humanidade, que nos faça conhecer pessoas diferentes e interessantes a
todo momento.
Viver sem
rotinas, saber um pouquinho de cada coisa é a melhor parte. Ser jornalista vale
a pena e apesar das dificuldades quero me especializar e cada vez mais fazer a
diferença.
Juh
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| Jussara Resende e Flavia Ferrer, jornalistas responsáveis pelo blog Vivendo e Experiências |



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