Não
tinha como não compartilhar esse texto aqui no Vivendo e... Experiências. Não sei
quem é a autora, mas há tempos não lia nada assim tão eu, um texto que serve de
exemplo para todo o tipo de mulher, principalmente para aquela que se abdica de
tudo para viver um relacionamento. É grande, porém vale muito a pena ler.
Não
se esforce demais. O lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho a
luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas
mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada,
levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e
marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e como tal não se doe
facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência,
seja valiosa.
Pare de ser tão boazinha. Abrir mão do
que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um
relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria,
orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente
demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o
namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol
para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele
estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado
de pessoas que tem vida.
Pare com os joguinhos. Os casais
perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado
demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60
minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e
fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais
e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo
outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte
porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar
o passe. Ter tato para não perder a dignidade e saber a hora de bater em
retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal
a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois
alguns já estão batidos demais.
Jamais se rebaixe. Não importa qual
foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da “vagabunda” que ele comeu, a
não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de
mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e
manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais.
Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém
precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas
e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só
contamos as vitórias!
Seja você mesma. A performance do
filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama,
nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar
vantagem “ pras amiga”. Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem
percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações
assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com
vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro
pode gerar efeito contrário.
A diferença entre ser feminina e
mulherzinha. Homem quer ser homem, o chefe da casa. Suba na cadeira e chame o
gato pra matar a barata, peça-o para abrir a conserva de azeitona e trocar a
resistência do chuveiro (essa é uma lição que ainda não aprendi). Quando o
macho alfa terminar, não esqueça de agradecer e elogiar tanta virilidade. Não
importa se você é presidente de uma multinacional e ganha cinco vezes mais que
ele, seu parceiro vai adorar uma mulher feminina que o valorize enquanto homem
e que o faça sentir-se útil (isso se ele merecer). A mulherzinha olha a marca
do carro, dá golpe dá barriga e é manipuladora, faz escândalo por qualquer
coisa, quebra as finanças do parceiro, requer atenção total, mas é afetivamente
mesquinha, só recebe. Mulherzinha, ai que preguiça! Para os leitores que levam
tudo ao pé da letra, é claro que esse é um exemplo, existem infinitas
possibilidades para valorizar um homem, e não podemos limitá-los apenas a
matadores de baratas e abridores de conservas.
Escolha bem seu parceiro use a razão
não só o coração. A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem
jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e
marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se
desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo tv ou no bar com os amigos.
Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor
de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos.
Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de
comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo
que estejam errados? Se for esse o caso, AMIGA CORRAAAAA! Caso contrário, você
será uma forte candidata a Amélia emancipada.
O borogodó – Magnetismo pessoal e amor
próprio vale mais que um corpo sarado. A mulherada está caprichando tanto no
treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não
diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo
oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que aparentemente
não possuem nada de especial, podem até ser “feias”, porém, por alguma razão os
homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O
que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem
outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes
sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes chorando pelos cantos, não são
cheias de mágoas, não pegaram ódio dos homens por conta de decepções do
passado. Aconteça o que acontecer, essas mulheres estão sempre de cabeça
erguida e tem uma vida que não se limita apenas em se arrumar para encontrar um
macho.
Seja uma puta entre quatro paredes e o
que quiser na sociedade. Afinal o que é ser uma dama na sociedade? A Amélia
emancipada devotada à família, a esposa renegada que trabalha que nem camela
para dividir com o marido as contas de casa? Tem algo mais irritante que
estereótipos do que é ser uma boa mãe e esposa? E a quantidade de cobranças que
recebemos quando não atendemos esse modelo? E essa mulher resignada e
atarefada, consegue ser o mulherão que os homens adoram entre quatro paredes?
Claro que não!
Conheço casais que nunca conversaram
sobre suas preferências e fantasias sexuais. Tudo bem que não é fácil manter o
tesão a todo vapor 100% do tempo, mas quanto vale o seu relacionamento? Será
que ele não merece um pouco mais de investimento? Nem é tão difícil assim
satisfazer um homem, faça bem feito, faça com gosto, mostre que ele é desejado
(se ele merecer) nem precisa se pendurar no lustre e saber todas as posições do
kama sutra, basta tirar algumas horas para dedicar exclusivamente a ele, com
amor, carinho e uma pitada de sacanagem, por que não? Por ele sim vale investir
no jantarzinho a luz de velas, no lingerie de renda e no vinho caro.
Esse
título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou
uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade
da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: – Ouve o conselho dessa puta
velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela me
dava mal. Esta mulher até hoje tem em suas mãos tudo que quer e um poder de
atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo
dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila ao lado do grande e único
amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e
vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas
mulheres tidas como “damas da sociedade”, mas que já se venderam mais que tudo
e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer
repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas
e críticos de plantão.
Autora
desconhecida e maravilhosa!

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